segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Concurso para a PF: salário de R$ 7,5 mil

Concurso para a PF: salário de R$ 7,5 mil

Foi publicado nesta sexta-feira (26) no Diário Oficial da União o edital para o concurso da Polícia Federal. São 600 vagas para agente abertas em todo o país, com salário inicial de R$ 7.514,33, mais auxílio alimentação de R$ 373 para 40 horas semanais de trabalho e dedicação exclusiva. As vagas exigem diploma de nível superior em qualquer área de formação e Carteira Nacional de Habilitação na Categoria "B".

Autorizado pelo ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Departamento (DPF), o concurso terá várias etapas de avaliação e constará de prova objetiva; prova discursiva; exa-me de aptidão física; exame médico; avaliação psicológica; investigação social; e curso de formação profissional. As provas objetiva e discursiva ocorrerão no dia 21 de dezembro, ficando o restante das etapas para o ano de 2015.

A classificação final com base na nota obtida no Curso de Formação Profissional será obedecida para efeito de escolha de lotação dos nomeados, onde serão ofertadas vagas, preferencialmente, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Roraima e em unidades de fronteira.

A organização do concurso está a cargo do Cespe/UnB e do total de vagas abertas, 30 serão destinadas aos candidatos portadores de deficiência e 120 aos negros e pardos, que devem se autodeclarar no ato da inscrição.

As inscrições abrem no dia 6 de outubro e vão até o término do dia 26 de outubro de 2014, apenas pela internet no site do Cespe/UnB. A taxa de inscrição está fixada em R$ 150 e no ato da inscrição o candidato deve-rá optar pelo estado/localidade onde realizará a prova.

O resultado das provas sairá no Diário Oficial da União na data provável de 26 de janeiro de 2015 e o curso de Formação será realizado pela Academia Nacional de Polícia, no Distrito Federal, em regime de internato, exigindo-se do aluno tempo integral com frequência obrigatória e dedicação exclusiva, iniciando na data prevista de 3 de agosto de 2015.

O concurso terá prazo de validade 30 dias, prorrogáveis por igual período, contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final do Curso de Formação Profissional.
(A.N.)
Foto: Valmir Oliveira

O passado condena...

O passado condena

Opinião de uma leitora da cidade do Rio de Janeiro ao blog.
Enviado em 28/09/2014 as 7:42
“O Garotinho é mal exemplo: tem o orgulho de fazer errado e ficar impune. Jamais será um bom nome no combate violência, porque essa realidade já foi vista quando Garotinho e sua mulher forma governadores e a população morria com balas perdidas dos morros nos Rio, tinham que dar ré em túneis par fugir de arrastões nos túneis. É um absurdo propor a volta do Garotinho para governador”!
Para uma maior ilustração ao comentário acima, do blog do jornalista Mario Magalhães, ver íntegra artigo aqui.
Com esse desempenho, por que Garotinho só se elegeria em um cenário muito pouco provável, como um confronto de segundo turno com Pezão, apadrinhado pelo desgastado governador Sérgio Cabral?
Porque a rejeição ao atual deputado é imensa, como demonstrarão futuras sondagens que incluam esse item em seus questionários. Ela decorre sobretudo da reta final do governo Rosinha, em que o caos tomou o Estado. É verdade que o casal elegeu seu candidato em 2006, mas Sérgio Cabral só vingou ao descolar sua imagem da dos aliados em baixa.
Quando Geraldo Alckmin abriu a campanha para o segundo turno presidencial, em 2006, anunciando a parceria com Garotinho, liquidou com suas pretensões, inclusive no Rio de Janeiro. Quatro anos antes, Garotinho amealhara fabulosos 18% dos votos para o Planalto. Foi perdendo eleitores, a despeito do prestígio entre brasileiros evangélicos como ele.
Todo analista minimamente familiarizado com a política do Rio conhece essa realidade. Por isso, nas infindas tratativas de PMDB, PT e PRB sobre a sucessão no Estado, Garotinho virou um espantalho. Ninguém acredita que ele tenha vigor para triunfar, mas seu nome é evocado como espectro: “Olha aí, se a gente não se acertar, o Garotinho vai voltar…”.
Nos últimos tempos, graças à atuação na Câmara e à presença no rádio, Garotinho recuperou alguma influência. Mas nada que pareça capaz de reverter a convicção da maioria dos eleitores de que, com ele e Rosinha, o Estado regressaria à balbúrdia de 2006“.